Electroestimuladores, flacidez e eletroestimulação. Trabalhe os músculos flácidos e a pele flácida. Fonte imagem  sxc.hu

Eletroestimulação e flacidez

Um dos grandes medos de muitas pessoas que desejam ter uma bonita figura é evitar ou eliminar a flacidez.

A flacidez da pele produz-se ao romper-se o colagénio como consequência do envelhecimento. O excesso de sol, as importantes perdas de peso, o tabaco, uma dieta pobre em proteínas ou simplesmente por predisposição genética, são também os fatores que podem tornar a nossa pele flácida.

A flacidez afeta principalmente o abdómen, os glúteos, músculos e braços, dando um aspeto de pele e músculos fofos e suaves, fazendo com que a pele fique esticada e com aspeto pouco estético.

Para devolver à pele um aspeto mais terso e juvenil, a ajuda de um eletroestimulador pode ser muito importante, já que dependendo dos programas utilizados, poderemos trabalhar os nossos músculos e a nossa pele para conseguir reduzir os efeitos antiestéticos da flacidez.

Programas como o “Cutâneo elástico” permite reativar a circulação sanguínea da pele e dos tecidos subcutâneos para prevenir ou abrandar o envelhecimento da pele e melhorar o seu aspeto estético.

Algumas pessoas já me perguntaram se a cinta de eletroestimulação serve para ajudar com os problemas de flacidez, e a resposta é sim e não.

Sim, porque vai ajudar a trabalhar o abdómen e os lombares, fazendo com que essa zona se tonifique e consigamos ver resultados em pouco tempo, e não porque as cintas de eletroestimulação abdominal apenas trabalharão essas zonas, ficando o resto do corpo como os braços, músculos, glúteos, peito… sem poder tonificá-las de maneira adequada. Além disso, os eletroestimuladores de cinta trazem um número de programas muito limitado, que não têm nada a ver com um eletroestimulador semiprofissional como compex, cefar ou globus que trazem incorporados, dependendo do modelo, programas de tonificação tanto muscular como da pele. Outra coisa são as cintas que se podem conectar diretamente ao eletroestimulador. Isso é já outra história. Estas já têm mais potência e sobretudo, mais variedade de programas.

Um eletroestimulador vai ajudá-lo a reforçar, tonificar e reafirmar os seus músculos e pele, evitando desta maneira a flacidez nos braços, músculos, pernas e glúteos. Isto consegue-se utilizando os programas adequados como por exemplo “Definição” e “Firmeza” nos grupos musculares afetados, aumentando o seu volume e dureza, e dependendo daquilo que o eletroestimulador tenha, também existem programas que ajudam a desfazer a gordura localizada, coisa que lhe parecerá muito boa para perder peso.

Além disso, a vantagem que oferece o eletroestimulador face ao trabalho voluntário é que poderá treinar zonas específicas e focalizadas com muita mais facilidade, sem necessidade de dedicar muito tempo por semana. Para isso, é primordial que escolha bem a sequência de trabalho a utilizar e o programa a trabalhar.

Em suma, um eletroestimulador é uma ferramenta muito boa para combater a flacidez da pele (dependendo do grau de flacidez, já que segundo os casos ter-se-á que utilizar outra técnica distinta da eletroestimulação como por exemplo a radiofrequência ou inclusivamente a cirurgia para conseguir os resultados que desejar) e sobretudo a flacidez muscular.

Utilizando-a bem, os seus músculos ficarão duros e firmes, e a sua pele voltará a estar tersa e elástica.

No caso de a sua pele estar excessivamente flácida, terá que ser um especialista a dar-lhe uma opinião.

Seja feliz

Pedro García